• Instituto Dialogare

O olhar do educador social sobre EDUCAÇÃO

No dia 28 de Abril, última terça-feira, celebramos o "Dia Internacional da Educação", uma data extremamente importante para nós, que acreditamos na transformação de realidades através da educação social.

Pensando nisso... Convidamos alguns jovens que participam dos nossos projetos, assim como nossos dialogadores (educadores sociais), para contar um pouquinho suas experiências individuais com a Educação. Ainda, trouxemos nossas reflexões e estudos a cerca deste tema tão essencial. Vem ver!


VÍDEO: Educadores e Educando - Qual a sua experiência com a Educação?


Talvez seja uma arte, talvez seja uma missão, um fenômeno cultural... Complexo dar um único significado ao que é educação, ao que é educar. Aprendemos, em teoria, que existem três formatos do processo educativo: Educação Formal, Educação Não Formal e Educação Informal.

Na Educação Formal, o aprendizado ocorre dentro de um ambiente institucional autorizado e credenciado por órgãos competentes, por exemplo, as escolas. Há diretrizes que norteiam como esse processo ocorrerá.

Já a Educação Não Formal vai acontecer fora do contexto escolar, nos projetos sociais/ONG, museus, centros comunitários, culturais e esportivos, etc. Ocorre a partir de uma intenção Socioeducativa, considerando aspectos de conjuntura social como: vulnerabilidade e seus desdobramentos, expressões artísticas, espiritualidade, entre outros.

E na Educação Informal existe a espontaneidade, onde os saberes são construídos, compartilhados e ampliados a partir da relação, da subjetividade, da multiplicidade a alternância do protagonismo.

Contudo, independentemente de qual cenário a educação se apresente, ousamos dizer que há um princípio essencial: “A educação deve manter sempre consigo o princípio da diversidade e democracia e deve sempre ser uma história de Libertação.” Sim! Educar talvez se trate de libertar o outro.


LIBERDADE
Substantivo feminino.
"grau de independência legítimo que um cidadão, um povo ou uma nação elege como valor supremo, como ideal"

Somos seres em constante mudança, sempre em construção. Então quão injusto seria, colocar alguém sob nossa vaidade de detentores do saber? Quão injusto seria desqualificar a cultura de um povo, seus mitos e costumes por não estarmos inseridos nessa compreensão?

Quão injusto seria julgar progresso e reconhecimento à base de sistemas falhos, que conscientemente reconhecemos e percebemos enquadrar INDIVÍDUOS em formas padrões, quando o sentido da palavra individualidade faz jus à singularidade especifica na forma de ser de cada um?

Se nos despimos de estereótipos, conceitos e pré conceitos, bem como de estigmas, abrimos espaço para a clareza diante das lentes da vida, ensinamos e somos ensinados que educar passa pela compreensão de que existe mais uma pessoa em qualquer formato que seja, portanto, mais um ponto de vista, mais de uma história, mais de uma possibilidade. Assim, a relação acontece; assim, a educação se efetiva.

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